segunda-feira, 28 de setembro de 2009

10 motivos porque o Brasil não merece sediar copa nem olimPIADAS


Por que Brasil NÃO MERECE sediar nem copa nem olimpíadas?

1. O Brasileiro não tem como assistir ao evento que sedia, pra começar. É pobre, não vai pagar centenas de reais pra comprar um ingresso. O evento é pra elite, não pra o povo. O povo vai continuar a ver na tevê.
2. Tem uma cacetada de gente apoiando esse fuzuê, que vai extorquir mais de 30 bilhões dos cofres públicos pra fazer papelão na frente do mundo inteiro - que sabe que o Brasil é só o país do turismo sexual e da mão-de-obra futebolística barata.
3. Não há país de terceiro mundo com condições financeiras, de segurança e estrutura pra sediar tal evento. Nem Brasil, nem Argentina, nem NINGUÉM!!
4. Só quem vai sair ganhando com esse negócio são os cartolas, as empresas de propaganda e televisão e o político da vez, seja ele Serra, Cabral, Dilma ou Lula.
5. Não tem estádio capaz de sediar jogo de copa do mundo, que dirá olimpíada! Tudo vai ter que ser construído e reformado. Ó as empreiteiras ganhando por fora! LAVAGEM DE DINHEIRO, MEU POVO!!!
6. A estrutura dos esportes no Brasil é precária. Não se dá apoio para nem metade dos esportes que se disputa numa Olimpíada. As confederações esportivas brasileiras vivem atoladas em processos e escândalos políticos. E é nessa zona que nós vamos sediar uma copa? UMA OLIMPÍADA?
7. O dinheiro que vai ser queimado nessa farra poderia muito bem ser usado pra resolver diversos problemas sociais imediatos do Brasil. Mas nããããããããããoooo... vamos aproveitar que a história da marolinha do Lula - que todo mundo tirou sarro, aliás - era verdadeira e que nossa economia vai de vento em popa e vamos injetar todo o lucro que tivermos na copa. Foda-se moradia, educação, saúde, saneamento... vamos continuar a viver na merda, mas com copa do mundo e olimpíada!!! PANIS ET CIRCENSIS!
8. Ao final das coisas, teremos uma cidade olímpica que não servirá pra nada, um monte de reformas que custaram o dobro do que deveriam e foram financiadas pelo dinheiro público - porque na hora que a iniciativa privada pedir, o governo vai custear, pra evitar o papelão de ter que desistir de um evento desse tamanho - e vamos ter então dezenas de novos Jacarepaguás.
9. A Olimpíada e a Copa há muito são eventos que vale muito mais a pena ver na tevê que ao vivo. São eventos de marketing, pra gringo ver. Cada uniforme leva maior o símbolo do patrocinador que a bandeira do país, cada atleta tem uma empresa por trás. Não é de esporte, mas de espétaculo, pompa e circunstância que há anos vivem esses dois eventos.
10. O último é só pra comparar... Madrid, Chicago (que já ganhou) e Tóquio.

Acabou, né?

PS: E, bem, não vou linkar o site da campanha do Rio, apenas um sobre o fiasco do Pan: http://br.geocities.com/fporj/

GRANDES FIGURAS DA HUMANIDADE: Entrevista com Juca Kfouri Extra

Uma entrevista do Juca Kfouri, com o Ferrez. Ele fala tudo e mais um pouco.

030 - Juca Kfouri - Extras from Interferência on Vimeo.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

TOP 5 da semana.

Bem, apesar da minha regularidade nas postagens ser ridícula, eu inauguro uma coluna nova sempre que dá. A novidade é o Top 5 do que estou ouvindo e fazendo durante a semana.
Decidi dividir em Top 5 músicas e Top 5 atividades pois ouvir música é basicamente o que eu faço o tempo todo.
Bem, lá vai:

Top 5 Músicas

5. Augury: Beatus
Eu sou fã de criatividade e a banda Augury exala originalidade, dentrod e um estilo tão fechado como o Black Metal. Aliás, nem dá pra dizer que tipo de música eles fazem. Tipo, o som deles é uma quebradeira só, mas tem uns lances de prog, vocais líricos perdidos no meio da bagunça. Meu, eu adorei!


4. Epica: Menace of Vanity
Sou grande fã das bandas do metal sinfônico, mas admito que poucas são originais. Quase todas soam como cópias pastiches do After Forever e do Nightwish. Mas, apesar disso, o Epica - que eu já tinha ouvido muito falar mas nunca tinha dedicado meus ouvidos a conhecer - me pegou de jeito com esse álbum, The Divine Conspiracy. Muito foda, tem orquestrações, vocal límpido, vocal tenebroso e... um coro de barítonos! delicado, criativo, épico e brutal! Isso deu todo um charme diferenciado ao álbum. Além do fato que a vocalista do épica, é... bem, talentosa.


3. Therion: To Mega Therion
Ah, eu amo de paixão essa banda. Poxa, eles são uma das mais antigas bandas do estilo Symphonic e ao mesmo tempo permanecem como uma das mais criativas. Meu, o coral de To Mega Therion é quase que perfeito. Mesmo com álbuns ótimos posteriores a esse, como o fantástico Gothic Kabbalah, essa música permanece um hino do bom gosto músical dentro do metal. THERION!!!


2. Muse: Uprising
Muse. O melhor álbum do ano até agora... no coments.


1. Muse: Undisclosed Desires
Ué? O post é meu e eu ponho quem quiser na primeira posição... e na segunda, hehehe.
O Muse me arrebatou com esse novo álbum, não tem jeito. É phoda.


Top 5 Atividades

5. Game: Rise of The Nations
4. Site: Ceticismo Aberto
3. Leitura: Hunter x Hunter
2. Game: God of War I (cláááááááááááássssico!!)
1. Projeto de Doutorado... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!!

É isso.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

RESENHA: The Resistance - Muse




PRÉ-FACIO
Muse... de novo.
Faz algum tempo que essa banda fabulosa vem tomando o posto de minha banda favorita. E cada disco novo parece ter o dom de me tomar de assalto. Eu descobri o Muse por acaso, numa zapeada na net vi o vídeo de Hysteria... e descobri que essa era uma música do TERCEIRO álbum deles... tive que investigar o resto. Daí me deparei com a homepage www.muse.mu. Qual não é a minha surpresa quando descobri que eles postavam todos os albuns deles pra ouvir de graça na homepage oficial?! Surpreso e tomado de assalto, passei horas ouvindo todos os três discos deles no site (Showbiz, Origin of Simmetry e Absolution). Virei fã confesso, baixei tudo que podia deles... descobri a américa.
Mas daí veio um Buraco negro...
Black Holes and Revelations foi o primeiro lançamento do Muse que eu acompanhei, digamos, ao vivo. A expectativa, as músicas que iam surgindo. Logo eu virei mais fã ainda, ao experimentar as ousadias de uma banda que cada vez mais se livrava do esteriótipo de "Radiohead menor" que eles pareciam ter. E o que dizer de Knights of Cydonia? Eu nunca esperava que essa banda pudesse compor um épico aos moldes de bandas como Queen... eu falei do Queen?
Bem...
Daí surgiu o show. Eu me aprontei, paguei caro, e fui me entregar de corpo e alma para aqueles três rapazes da pequena Teignmouth... foi fantástico, catártico. Eu sabia todas as letras de cor, cantei a plenos pulmões, me esbaldei.
O Muse já era a essa altura a trilha sonora do meu relacionamento (que se mantém forte e saudável!), dos meus momentos de fúria, de alegria...
E daí... veio a Revolução...

THE RESISTANCE

Eu achei realmente que o lançamento mais esperado do ano fosse o novo álbum da minha banda preferida. Mas eis que outros ingleses tomaram esse lugar. Pra quem acompanha fóruns e principamente comunidades no Orkut, nada se compara a expectativa gerada em torno desse novo trabalho. Cada novo disco fake, cada sonzinho que surgia, nem que fossem trechos de 20, 30 segundos... foi uma agonia...
Mas, eis que habemus The Resistance.
Meu, como é possível? Eles fizeram um disco melhor. Maior. Gigantesco.
É isso... o Muse definitivamente se tornou uma banda gigante. Já pode figurar ao lado não apenas de Radiohead, mas de U2, Coldplay e outras grandes bandas... o único detalhe é que, agora, o Muse já é a melhor delas.
Uprising... que música pra iniciar um álbum. A levada de baixo característica está lá, a guitarra solando, a voz carregada... mas há algo além. A herança eletrônica de Black Holes and Revelations, moldando um single fantástico, digno de figurar tanto nas grandes FMs e MTVs da vida como nas cabeças dos culturetes indies. E o que dizer do sinteizador nostálgico, a lá Theremin? Musicão, que inaugura todo o clima apoteótico do álbum. A Resistência começa com o clamor "they will not control us". Teoria da conspiração na veia...
Daí vem The resistance. Outra paulada, eu tinha ouvido pela primeira vez anteontem e já me apaixonado. Outra música forte, que facilmente pode ser single. A introdução parece coisa de cinema, com piano e tal. E o que falar do trabalho de bateria do Dominic Howard? Ela é metade da música. Tem boa parte da música que é só a voz do Matt Bellamy e a bateria, com alguns sonzinhos ao fundo. E além do piano, muito bem encaixado. Parece trilha sonora dealguma coisa... não tenho o que falar dessa música, foda demais. Parece que, já com duas músicas, teremos um disco nota 11...
Daí vem Undisclosed Desires e a casa cai. O que era um disco excepcional vira uma obra prima. Meu, essa música é fora do comum... toda vez que eu ouço (e eu ouvi umas cinco vezes seguidas) ela parece mais e mais forte. A música eletrônica toma conta do som do Muse, mas sem perder a cara de som do Muse. Essa música podia tanto tocar numa balada eletrônica, numa balada rock, quanto ser ouvida em casa, no sossego. É candidata a melhor do álbum, mesmo antes de eu ouvi-lo todo.
United States of Eurasia foi a primeira música que vazou. Já era velha conhecida, e eu acho que saiu primeiro para apresentar aos fãs como seria o som do Muse com uma orquestra. Peraí... UMA ORQUESTRA? O que é essa música!? A comparação com o Queen é válida, mas antes de tudo é um hino do Muse. Ela vem calcada na esteira do que eles já haviam tentado em Knights of Cydonia, e agora atinge níveis realmente épicos. A ascenção da música é maravilhosa, e o piano dá um tom todo especial. Meu, o piano manda nesse disco, tanto que há a Collateral Damage emendada na música... Quer coisa mais classuda que encerrar a música com uma sonata inspirada em Nocturne In E-Flat Major, Op.9 No.2, de Frédéric Chopin (valeu por me lembrar qual era a música, wikipedia)?
Daí vem as até então "desconhecidas" do álbum. E ele fica cada vez melhor, acredite se quiser. Guiding light é MARAVILHOSA. A marcação da bateria durante toda a música cria um clima pra voz do Matt que... meu... é um tesão o som que o Muse tá fazendo. O solo de guitarra é de emocionar, mesmo... só ouvindo pra descrever. Mais uma que facilmente podia se tornar um single... E como o Matt tá cantando! Que PUTA voz!
E o que é uma música, assim, que seja digna de um adjetivo como... espetacular?
Unnatural Selection pode ser... no começo você não parece dar nada, com aquele orgãozinho bem simples e a voz mais baixa, como numa gravação ruim... mas de repente... Surge o Muse guitarreiro! Aquele que nos fez há tempos nos apaixonar pela banda. Mas com um refrão... o que é esse refrão? Meu, que achado. Espetacular! Mesmo fazendo o seu som mais típico, o Muse dá show. E essa música só nos faz perceber que eles sempre foram fodas desse jeito... só melhoraram com a idade.
Ah! Tem a paradinha... hehehe, tava ouvindo agora e nem me lembrava disso. É algo bem arrastado, que me lembrou algo dos anos 70, tipo Black Sabbath misturado com Pink Floyd e um pouco de Blues... e que solo animal... E quando vc acha que a música acabou, eles me vem com a paulada do refrão de novo! Nossa, é muito foda ter a oportunidade de ouvir um disco assim tão bem feito nos dias de hj, realmente me faz crer que o rock não morreu.
E, tentando soar épico, o Muse vem com a doida da MK Ultra (MK de que? Mortal Kombat?).Tão boa como as outras, com um clima meio pesado, doida mesmo, voltando à levada apoteótica que eu falei no começo. Parece um filhote pós-moderno do rock progressivo (exagerei agora né?), ou até do art-rock! A música não parece querer seguir uma linha interna tão coerente, e isso é o que faz dela uma baita música. É um novo estágio no som do Muse. A essa altura o disco, independente se as próximas 4 músicas fossem cantadas pela Joelma do Calypso, já tinha minha nota 10.
Daí vem I belong to you. Para equilirar o climão de Unnatural Selection e MK Ultra. Tem uma levada, assim, meio, sei lá... parece soul, mas não é. Parece também jazz, influência clássica do Muse, mas também não é. E daí emenda com a Maravilhosa Mon coeur s'ouvre a voix, que é inspirada pela ópera Samson et Dalila de Camille Saint-Saëns, um compositor maravilhoso. A original, foi cantada por gente da categoria de Maria Callas. E o Muse vai buscar uma maravilha dessas para por no seu álbum. O Matt dá show, de novo, agora junto da orquestra, transformando uma música bonitinha numa coisa linda demais. E tem solo de clarineta!!! Eu adoro sopros!!! Meu, que doidera, eles são realmente fodas.
E esse foi o The Resistance. Porque nesse momento começa outra coisa. Exogenesis, a mais ousada investida musical do Muse. E eles se sairam muito bem. A peça é dividida em três partes, com um climão de encerramento de álbum bem mais épico do que eu mesmo esperava, mesmo tendo ouvido 30 seg. de cada uma. A introdução da Exogenesis é muito, por assim dizer... cinematográfica. E o legal é que o Muse vai aos poucos entrando na canção, com o surgimento da bateria, da voz do Matt, da eletrônica. Tudo acompanhando a belíssima linha melõdica iniciada pela orquestra, até a entrada da guitarra, totalmente Pink Floydiana!!! Eu não sei quanto avcs, mas aquela distorção me levou até a década de 60, mesmo eu infelizmente não tendo a vivido!
A parte II... bem... um "monstro sinfônico", para utilizar as palavras do Dominic... hehehe. Linda, lenta no começo com o piano sobressaindo e as cordas mais baixas, e depois pega na veia emendando com o próprio som mais rock do Muse. MARAVILHOSA.
E, caramba... vem a terceira parte. Que encerramento para o disco! Ela acalma a tensão da faixa anterior - como o próprio nome Redemption sugere -, e é muito mais que uma música de uma banda de rock, é uma verdadeira sinfonia, como eles se propuseram a fazer. A melodia é lindíssima, a voz do Matt está perfeita, não há instrumento fora do lugar. A missão está cumprida. So acho que essa música podia ser maior, tipo num segundo disco. Já não tem porque, ousados que são, o Muse não arriscar fazer um disco duplo. Acho que com mais tempo para se desenvolver, o que já é sublime ficaria perfeito. Mas isso, com certeza, não é algo que diminua o valor do disco. Poxa, faz tempo que eu não tenho vontade de comprar um disco original de uma banda só por causa de seu conteúdo. A última vez... bem, há muito tempo eu só compro discos originais do Depeche Mode. Sou pobre, fazer o quê? Gostaria de ter tudo em suas mídias físicas, mas não dá. Minha próxima aquisição seria o novo disco da minha banda favorita, mas não sei se não vou escolher comprar o novíssimo disco da minha mais nova banda favorita.
Obrigado Muse!

The Resistance, Muse: 2009. Nota 10!!!!

PÓS-FÁCIO: Diversos links do The Resistance pra baixar: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=6244330&tid=5313010536706501042&na=2&nst=29

Chronos

Algumas considerações sobre os últimos meses.

Eu não achei que fosse tomar tanto tempo de mim a qualificação, nem tanta saúde.
Eu ouvi coisas demais em tempo de menos.
O michael jackson morreu, mas eu não.

Bem, agora ouvindo pela enésima vez o single nº1 do novo disco do MUSE, me sinto animado a escrever.
Então aí vai um resumão desde o último post:

THE FOOT OF THE MOUNTAIN

A-HA. Esses caras foram durante uma parcela dos anos 80 os reis do pop. Vinham de um país da europa sem tradição musical, não eram nem boy band nem rock band, e estouravam um sucesso atrás do outro. Além de terem um dos melhores vocalistas de todos os tempos.
O tempo passa pra todo mundo, e nos últimos anos o A-ha lançou alguns discos de menos expressividade... apresentou-se até na festa de peão de Barretos! hehehe
E eis que, para a minha surpresa eles compõe "Riding the crest". E põe essa maravilha num disco cheio de outras músicas legais, chamado Foot of the mountain. Bem, o disco é isso mesmo. Riding the crest é a melhor música do álbum disparada, mas também tem a nostalgia de "What there is", a levada mais moderna (estilo Keane) de "Foot of the mountain", e mais um monte de músicas mais romanticas, bem mais chiclete que seus dois últimos álbuns. E por isso bem melhor que eles. Fazia tempo que o A-ha não lançava algo tão bom. Um dos melhores do ano.


DEPECHE MODE FAIL

Eu ia escrever uma crítica toda emocionada sobre o disco mais esperado do ano pra mim, o da minha banda favorita. Ia ser a primeira vez que eu fazia algo do tipo. O disco é excelente, um dos melhores do ano também. Mas...
Veio o lance do show...
Sabe como é, tirar o doce da boca da criança assim... poxa, iam começar avender os ingressos no dia do meu aniversário. Era muito bom pra ser verdade.
Pelo menos agora eu não espero que não possa ver o Depeche Mode por causa de uma overdose do Dave Gahan. Eu espero um câncer, uma queda, ou um grupo de empresários brasileiros sem coração.
O disco? Ah, ele é bom pra caralho.


PIRATAS E METALEIROS

Cara, o heavy metal me surpreende mais a cada dia....
Eu ouvi muito, muito mesmo, o disco Black sails at midnight do Alestorm. Como eu posso dizer... é música de pirata. Tipo, é a mesma coisa que 99% das bandas de Metal fazem com dragões e espadas, mas no caso deles é com piratas. E só por isso o disco já nasce genial. Não ouvi o trabalho anterior, mais ouvir "Keelhauled" e gritar " a bottle of run and yo-ho-ho" junto com eles é maravilhoso!! Disco pra lá de excepcional!


ACT III

Eu adoro fuçar atrás de música pela internet. Quanto mais diferente, melhor.
Assim fiz várias das minhas descobertas musicais, que se tornaram algumas das minhas bandas favoritas, como Banco del Mutuo Soccorso, Cynic, dredg, Findlay Brown, Haggard, In extremo, Jens Lekman, Le orme, Moon Safari, Unitopia, Ocean Blue, Orphaned Land, Ojos de Brujo, P.L.J. Band, Plus/Minus, Riverside, dentre outras...
Uma das minhas descobertas mais queridas foi o Dear Hunter, uma banda tresloucada que faz algo que parece um pouco o Mars Volta, mas com umas levadas ainda mais tresloucadas que misturam diversos instrumentos, coros e outras coisas. E a gritaria do Casey Crescenzo. É muito foda, pra quem não ouviu, não sabe o que está perdendo. O último disco deles, Life and Death, é o Ato III de uma HEXALOGIA (sim, seis albuns), portanto corra atrás, pois o som é A-NI-MAL!!!
Delicado e ao mesmo tempo visceral... é o Dear Hunter!


Ah, e tem o novo álbum do MUSE...